Para quem vai a cidade mais badalada da Holanda, uma das preocupações, geralmente de novatos, é em como se locomover por lá. A cidade é rica em cultura, história e curiosidades, e existem locais que são de obrigatoriedade em qualquer roteiro. Mas alguns desses lugares não estão próximos um dos outros, e Amsterdam não é muito pequena. Para aqueles que querem aproveitar mais a viagem, e não estão dispostos a deixar euros e mais euros nos taxis locais (que não são nada baratos), uma excelente notícia: o transporte publico holandês é ótimo.
Existem várias opções de transporte público em Amsterdam, como o ônibus, o tram, o metrô, o trem e a balsa. Existem três empresas principais que fazem esses serviços, e são elas a GVB, a Connexxion e NS. A GVB (sigla em holandês de Companhia Municipal de Transportes) opera trams (tipo um bonde, mas mais moderno), ônibus, metrô e balsa. A Connexxion trabalha apenas com ônibus, e a NS com trens. Os trens servirão apenas se você for sair do município, caso contrário não se apegue a esse detalhe.

Para facilitar a vida da população, e principalmente dos turistas, existe o OV-Chipkaart, um cartão com um chip que faz a integração de todos os transportes da GVB. O cartão é pré-pago e possibilita ao usuário comprar os passes para os dias que quiser. Existem diferentes tipos de OV-Chipkaarts, que dependem da forma que ele vai ser usado. Os cartões descartáveis custam €2,60, e valem somente por uma hora nos ônibus, trams ou metrôs. Os cartões diários são os mais recomendados para os turistas, e podem ser adquiridos de acordo com o tempo de estadia na cidade. Os passes podem ser de 24, 48, 72, 96, 120, 144 e 168 horas, que equivalem á até sete dias. Os recarregáveis servem para quem vai passar longos períodos em Amsterdam, e possuem duas versões: Anônimo e personalizado. O personalizado é bem mais barato, mas é também intransferível. Os OV-Chipkaart podem ser adquiridos pela internet, nas lojas da empresa em algumas estações de metrô ou trem, em um posto na frente da Estação Central, ou em máquinas amarelas da GVB espalhadas pela cidade. A ultima opção não é muito aconselhada para visitantes, pois costumam ser bem complicadinha e totalmente em holandês. Vale lembrar que na hora de usar o serviço do cartão, é preciso fazer o check-in quando entrar e o check-out quando sair, se não o sistema é travado e não poderá ser novamente utilizado. Naturalmente que quem quiser pode apenas comprar o passe desejado e utilizar no transporte que quiser, mas as passagens avulsas podem sair pelo triplo do preço, o que não é nada legal quando se está viajando.

O que no Brasil foi instinto, na Europa faz sucesso. O tram é o mesmo que um bonde, que segue em trilhos pelo meio da cidade, e em Amsterdam é um dos meios de locomoção mais utilizados. Para quem está de passagem pela região, é provável que o tram seja o transporte mais utilizado, pois passa pela maioria dos pontos turísticos. Se a viagem for mais longa e se precisar ir até outros extremos da cidade (a maioria das atrações estão próximas do centro), o metrô é a melhor opção. Lugares interessantes, como o estádio do Ajax, estão longe dos centros turísticos e merecem um tempo especial de visita. Para quem quer fazer passeios a noite, existem os ônibus noturnos (nachtlijnen), que entram madrugada adentro. O valor pago para passear a noite é mais caro, mas vale a pena como opção além dos taxis. Amsterdam tem muitos canais, mas para todos eles, existem pontes. As balsas servem para ligar bairros isolados, como o Amsterdam-noord, que fica depois de uma baía. As balsas são gratuitas, e permitem o passageiro atravessar com bicicletas (transporte mais usado pelos holandeses).

contato@rzturismo.com.br
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